X
  • Nenhum produto na lista

Telemetria para saneamento: monitoramento remoto e telecomando de ativos

Monitore nível, pressão, vazão, bombas e alarmes de unidades distribuídas. A TBC integra campo, comunicação e supervisão para que a equipe acompanhe a operação à distância e execute comandos quando previstos no projeto.

Estações elevatóriasETA e ETEPoços e reservatórios
Interface demonstrativa
Unidade ilustrativa · Elevatória 01

Visão geral da operação

Nível68%
Pressão2,4 bar
Bomba 01Ligada
Histórico de nívelIlustrativo · últimas 12 h
06h10h14h18h
Tela demonstrativa. Valores fictícios, sem dados de clientes.
+1.000Processos conectados à nuvem
+200Processos atendidos
+3.000Soluções e produtos entregues
Desafios da operação distribuída

Quando a informação chega tarde, a resposta também atrasa.

Uma bomba pode entrar em falha durante a madrugada. O nível de um reservatório pode sair da faixa esperada. Sem dados confiáveis e alarmes configurados, a equipe só descobre o desvio depois que ele já afetou a operação.

  • Leituras de campo que dependem de visitas ou registros manuais.
  • Deslocamentos sem saber antecipadamente a condição dos equipamentos.
  • Falhas, alarmes e variações de pressão ou vazão identificados com atraso.
  • Pontos remotos com pouca integração ao centro de operação.
Da medição à supervisão

Como funciona um sistema de telemetria para saneamento

O sistema coleta sinais em campo, transmite as informações pela infraestrutura de comunicação disponível e as apresenta em uma plataforma de supervisão. A solução é dimensionada conforme os pontos monitorados e a operação.

01 · CAMPO

Sensores e equipamentos

Medem nível, vazão, pressão e estados de bombas, válvulas ou painéis, conforme o projeto.

02 · AQUISIÇÃO

CLP ou unidade remota

Recebe sinais, trata informações e pode executar lógicas locais de automação.

03 · CONEXÃO

Rede de comunicação

Conecta a unidade por rede celular, rádio, Ethernet, fibra ou outra arquitetura adequada.

04 · OPERAÇÃO

Supervisão e alarmes

Disponibiliza dados, tendências, históricos e eventos para análise remota.

NívelPressãoVazãoStatus de bombasFalhas e alarmesGrandezas elétricasHistórico operacional
Aplicações em água e esgoto

Telemetria em unidades que precisam ser acompanhadas à distância

A arquitetura muda de uma instalação para outra. Veja onde o monitoramento remoto e o telecomando podem fazer diferença no saneamento.

Estação elevatória de saneamento com equipamentos e tubulações de bombeamento
Estações elevatórias e bombeamento

Status de bombas, falhas, nível e partidas

Acompanhamento de funcionamento, alarmes e condições operacionais em unidades de bombeamento.

Estação de tratamento de esgoto com estruturas e tanques de tratamento
ETA e ETE

Dados do processo e alarmes

Variáveis e estados operacionais conforme a instrumentação disponível.

Estrutura de reservatórios e adutoras usada em sistemas de abastecimento de água
Reservatórios e adutoras

Nível, enchimento e esvaziamento

Acompanhamento de volumes e alertas de nível alto ou baixo.

Poços e captação

Monitoramento de nível, bomba, vazão, energia e eventos em pontos de captação remotos.

Redes de distribuição

Leitura de pressão e vazão em pontos estratégicos, para análise de comportamento e desvios.

Monitoramento e atuação remota

Telecomando no saneamento: agir sem estar ao lado do equipamento

Além de receber dados, uma arquitetura de telecomando pode permitir partida e parada de bombas, acionamento de válvulas e outros comandos operacionais à distância, conforme as permissões e os intertravamentos definidos no projeto.

  • Comandos remotos para ativos habilitados.
  • Confirmação do estado do equipamento após a solicitação.
  • Integração com CLP, IHM, supervisório e lógica de proteção.
  • Registro de eventos e alarmes quando disponível na plataforma.

O caminho de um comando remoto

Exemplo de sequência que pode ser prevista em um projeto de telecomando.

01
Operador solicita o comandoA interface envia uma solicitação autorizada para o equipamento.
02
Comunicação transporta a solicitaçãoO comando é enviado à unidade de campo pela rede configurada.
03
Controle local valida as condiçõesPermissões, proteções e intertravamentos determinam se a execução é permitida.
04
A operação recebe o retornoO sistema informa estado, execução ou falha, conforme sinais disponíveis.
Comando remoto não substitui proteções e intertravamentos locais. Recursos e permissões dependem do escopo técnico.
Informação para decidir

O que muda quando a operação passa a ter visibilidade remota

Os dados não evitam todas as ocorrências, mas ajudam a identificar condições anormais e a decidir quais intervenções precisam ser priorizadas.

Diagnóstico antes do deslocamento

A equipe consulta estado, alarmes e tendências para chegar ao ponto com mais contexto.

Identificação de desvios operacionais

Variações de nível, pressão ou vazão podem sinalizar condições que merecem investigação, conforme o sistema de medição.

Histórico para manutenção e análise

Registros de eventos e funcionamento ajudam a entender recorrências, falhas e comportamento dos ativos.

Experiência da TBC

Engenharia e integração aplicadas à realidade do campo

A TBC possui experiência em aplicações de telemetria para operações de saneamento, incluindo projetos com clientes como a Copasa MG. Consideramos a instrumentação, a comunicação, os painéis, a automação existente e a rotina de quem precisa acompanhar o sistema.

Projetos novos ou modernização
Integração com equipamentos existentes, quando viável
Comunicação e supervisão conforme a aplicação
Testes, comissionamento e orientação operacional
Etapas de implementação

Da avaliação dos pontos à entrada em operação

O fornecimento é definido conforme a infraestrutura, a quantidade de pontos, a rede disponível e o que a equipe precisa monitorar ou comandar.

01

Levantamento

Mapeamento de ativos, sinais, locais remotos, rede disponível e necessidades de telecomando.

02

Arquitetura

Definição de sensores, CLPs ou remotas, painéis, comunicação, integração e plataforma.

03

Implantação

Instalação e configuração dos componentes, aquisição de dados, alarmes e integração.

04

Validação

Testes funcionais, comissionamento e orientação da equipe conforme o escopo contratado.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre telemetria e telecomando

Respostas para quem precisa monitorar unidades de saneamento ou integrar informações de campo à supervisão.

O que é telemetria para saneamento?

É a coleta e transmissão de informações de unidades de água e esgoto para acompanhamento remoto. Pode envolver nível, pressão, vazão, equipamentos, alarmes, eventos e históricos, conforme a instrumentação e a comunicação do projeto.

Qual é a diferença entre telemetria e telecomando?

Telemetria permite consultar informações de campo à distância. Telecomando permite solicitar ações remotas, como partida ou parada de uma bomba, quando o sistema dispõe de controle, permissões, comunicação e condições de segurança adequados.

É possível monitorar estações elevatórias e reservatórios remotamente?

Sim. É possível acompanhar nível, status de bombas, alarmes e outras variáveis, dependendo dos sensores, sinais disponíveis e infraestrutura de comunicação de cada unidade.

Preciso trocar os sensores ou os painéis existentes?

Não necessariamente. A TBC avalia se os equipamentos, sinais e painéis disponíveis permitem integração. Substituições são definidas apenas quando necessárias para atender ao escopo e às condições técnicas.

O telecomando de bombas funciona sem internet fixa?

Pode funcionar com rádio, rede celular ou outras formas de comunicação, dependendo da cobertura, disponibilidade, segurança e arquitetura definida. Também são previstas condições de operação local e comportamento seguro em perda de comunicação.

O que preciso informar para solicitar um projeto?

Ajuda informar o tipo de unidade (ETA, ETE, elevatória, poço ou reservatório), os ativos e variáveis envolvidos, a localização, a comunicação disponível e se já existe painel, CLP, projeto elétrico ou lista de pontos.

Fale com a nossa equipe técnica: